Gerar grafico com php – html – chart

Arquivo que vc escolhe os dados a ser gerado.

grafico.php

<?
include(’geragrafico.php’);

$aGraphData = Array
(array(’Teste’, 0, ”),
array(’Teste1′, 1, ”),
array(’Teste2′, 99, ”),
array(’Teste3′, 11, ”),
array(’Teste4′, 32, ”),
);

echo phpHtmlChart($aGraphData, ‘H’, ‘Teste’, ‘Teste’, ‘30pt’, 500, ‘px’, 50, ‘px’);
?>

Agora o arquivo que gera e mostra o grafico.

geragrafico.php

<?

function phpHtmlChart($paData, $psOrientation = ‘H’, $psTitle = ”, $psAxisLabel = ”, $psFontSize = ‘8pt’,
$piMaxSize = 100, $psMaxSizeUnit = ‘px’, $piBarSize = 15, $psBarUnit = ‘px’,
$paColors = Array(’#a0a0a0′, ‘#707070′)) {

$iColors = sizeof($paColors);

// Start HTML…
$sHTML = ”
<table style=’font-family: Arial; font-size: $psFontSize’><tr><tr><td colspan=2 align=’center’><u><b>$psTitle</b></u></td></tr><td align=’right’>
“;

// Headers/scale
$iMax = 0;
for($iRow = 0; $iRow < sizeof($paData); $iRow++) {
// Test for max…
if($paData[$iRow][1] > $iMax) $iMax = $paData[$iRow][1];

// Ouput the label
$sHTML .= “<div style =’height: $piBarSize$psBarUnit;’>”.$paData[$iRow][0].”</div>”;
} // Rows in paData…

$iScale = $iMax / $piMaxSize;

$sHTML .= ”
</td><td>
<TABLE style=’border-bottom: 1px solid black; border-left: 1px solid black;font-family: Arial; font-size: $psFontSize; ‘>
<tr><td>
“;

// Ouput the rows
for($iRow = 0; $iRow < sizeof($paData); $iRow++) {
$sColor = $paColors[$iRow%$iColors];
$iBarLength = $paData[$iRow][1] / $iScale;
$sHTML .= ”
<div style=’background-color: $sColor; text-align: right; color: white;
height: $piBarSize$psBarUnit;
width: $iBarLength$psMaxSizeUnit;’> “.
$paData[$iRow][1].$paData[$iRow][2].”&nbsp;</div>
“;
}

// Wrap up HTML
$sHTML .= ”
</td></tr>
</table></td></tr>
<tr><td></td><td>$psAxisLabel</td></tr>
</table>
“;
return $sHTML;
}
?>

Script muito simples de se utilizar.

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Funçoes

Uma função é um bloco de código que se declara, para que possa ser utilizado sempre que necessário. Este processo, permite-nos simplificar a construção de um website, porque não temos de estar sempre a repetir as mesmas instruções, podendo declarar funções para tal. Uma função pode trabalhar com diversos parâmetros que lhe são enviados, ou até, sem
qualquer parâmetro. Normalmente devolve um valor, resultado do processamento do código da função. Exemplo de uma função:

<?

function escreve($str)
{
echo “A string enviada para a função diz: $str .<br>”;
}

escreve (”String de Teste”);

?>
Neste exemplo, declarei uma função de nome “escreve” que aceita um parâmetro. do tipo String. Quando a função for chamada, vai enviar um output para o ecrã que diz “A string enviada para a função diz: ” seguido do valor
enviado para a função Neste caso, chamamos a função escreve() e como parâmetro. a string “String de Teste”. Quando executamos este script, o resultadoé o seguinte:

A string enviada para a função diz: String de Teste .

Neste exemplo, a função não nos devolve nada. Serve apenas para poder-mos usufruir da reutilização do código. Exemplo:

Imaginemos que queremos escrever linhas a vermelho, azul e a verde.
Um método que poderíamos usar, era escrever:

<html>
<body>
<font color=#FF0000>O texto que eu quero a vermelho</font><br>
<font color=#00FF00>O texto que eu quero a verde</font><br>
<font color=#0000FF>O texto que eu quero a azul</font><br><br>

<font color=#FF0000>O texto que eu quero a vermelho</font><br>
<font color=#00FF00>O texto que eu quero a verde</font><br>
<font color=#0000FF>O texto que eu quero a azul</font><br><br>

<font color=#FF0000>O texto que eu quero a vermelho</font><br>
<font color=#00FF00>O texto que eu quero a verde</font><br>
<font color=#0000FF>O texto que eu quero a azul</font><br><br>
</body>
</html>

Até aqui tudo bem, a coisa funciona correctamente, e temos um belo trabalho sempre que queremos escrever uma linha da cor pretendida, ao longo do site. Agora imaginemos que, cada vez que eu quero escrever a cor vermelha, o texto
apareça a BOLD (”<b>”), o texto a verde em Itálico (”<i>”), e o azul a sublinhado (”<u>”). No mínimo, era fugir para outro planeta e desistir do projecto! Mais uma vez, o PHP vem ao nosso socorro, e podemos implementar
Funções! O nosso exemplo então seria muito simples.

Inicialmente implementamos as funções das cores:

<?

//função que escreve a vermelho
function escreve_vermelho ($str)
{
echo “<font color=#FF0000>$str</font><br>”;
}

//função que escreve a verde
function escreve_verde ($str)
{
echo “<font color=#00FF00>$str</font><br>”;
}

//função que escreve a azul
function escreve_azul ($str)
{
echo “<font color=#0000FF>$str</font><br><br>”;
}

//chamada das funções com o respectivo texto
escreve_vermelho(”O texto que eu quero a vermelho”);
escreve_verde(”O texto que eu quero a verde”);
escreve_azul(”O texto que eu quero a azul”);

//e podemos repetir a chamada às funções as vezes que quisermos
escreve_vermelho(”O texto que eu quero a vermelho”);
escreve_verde(”O texto que eu quero a verde”);
escreve_azul(”O texto que eu quero a azul”);

escreve_vermelho(”O texto que eu quero a vermelho”);
escreve_verde(”O texto que eu quero a verde”);
escreve_azul(”O texto que eu quero a azul”);

?>

E já temos as funções, que podemos utilizar no nosso site, para quando precisarmos escrever texto a vermelho, verde ou azul. Agora, se por ventura, tivermos de mudar o texto a vermelho, para aparecer a bold; o verde para
aparecer em itálico, e o azul em sublinhado, basta apenas mudarmos as nossas funções. Assim, as funções modificadas ficariam assim:

<?

//função que escreve a vermelho e a bold
function escreve_vermelho ($str)
{
echo “<font color=#FF0000><b>$str</b></font><br>”;
}

//função que escreve a verde
function escreve_verde ($str)
{
echo “<font color=#00FF00><i>$str</i></font><br>”;
}

//função que escreve a azul
function escreve_azul ($str)
{
echo “<font color=#0000FF><u>$str</u></font><br><br>”;
}

?>

Executamos o script, e onde anteriormente aparecia as frases com o texto normal, vai aparecer agora com as formatações de bold, itálico e sublinhado, atribuídas nas funções.

-*-

Estas funções que utilizamos, utilizam apenas parte das capacidades de uma função. Vamos ver agora, como podemos retornar valores de uma função.
Imaginemos que queremos utilizar uma função que nos calcule o quadrado de um numero:

<?

function quadrado($num)
{
$total=$num*$num;

return ($total);
}

$num=2;
$quad=quadrado($num);

echo “O quadrado de $num é $quad !”;

?>

Declaramos a função quadrado, que aceita um numero como parâmetro. Calcula o resultado do seu quadrado (numero a multiplicar por ele próprio) e guardamos o resultado na variável $total. Retornamos a variável total como resultado
da função. Quando utilizamos a seguinte instrução:

$quad=quadrado($num)

Estamos a dizer que vamos atribuir à variável $quad o valor retornado pela função quadrado(), tendo esta como parâmetro. a variável $num. O resultado deste script é o seguinte:

O quadrado de 2 é 4 !

Podemos também ter funções que chamam outras funções Vamos fazer agora a função Cubo!
<?

function quadrado($num)
{
$total=$num*$num;

return ($total);
}

function cubo($num)
{
$total=quadrado($num)*$num;

return ($total);
}

$num=2;

$quad=quadrado($num);
$cubo=cubo($num);

echo “O quadrado de $num é $quad ! <br>”;
echo “O cubo de $num é $cubo ! <br>”;

?>

O resultado, como não poderia deixar de ser é:

O quadrado de 2 é 4 !
O Cubo de 2 é 8 !
Exercício 7.1:

Recorrendo às funções, implementa as 4 operações básicas: soma, subtracção, multiplicação e divisao. Cada uma destas funções deverá aceitar 2 parâmetros: $a e $b, e devolver o resultado de cada operação. Dado um valor para estas variáveis, pretendo obter o seguinte resultado:

1- a+b
2- a-b
3- a*b
4- a/b

5- a+(b*a)
6- b/(a-b)

7- a*((b/a)-b)+b

Exercício 7.2:
A proveitando o exemplo anterior, construir uma função que sirva de calculadora.
Esta função aceita 3 parâmetros: $a, $b e $operação. Dados as 3 variáveis, para a função, valida a $operação. através de um Switch, e mediante os diversos casos, a função devera calcular a soma, subtracção, divisão, e
multiplicação.

Esquema:

$a=2;
$b=3;
$operação.=”*”;

A função deverá calcular o valor de $a*$b.
Resumo:
Podemos construir funções simplesmente para reutilizarmos determinado código ao longo do site. Este método permite-nos que em certa altura, possamos alterar algumas propriedades do código, e esta modificação tenha influencia
em todo o site. As funções permitem também aceitar parâmetros e devolver o resultado do processamento do código da função. Podemos ainda encadear funções para obter o resultado pretendido, e assim simplificar o código
escrito.

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Ciclos: While e FOR

Até agora temos visto como utilizamos alguns comandos simples. Mas, diversas vezes, ao logo da programação de uma aplicação web, temos de repetir as mesmas funções diversas vezes. Por exemplo, quando dei o exemplo da lista de compras do Ze e da Maria, essa lista tinha 4 produtos. Esses 4 produtos fora escritos utilizando 4 linhas com o comando “echo”. Agora imaginamos uma lista de compras com 100 produtos, e temos uma dor de cabeça! ;)
Nestes casos, não se pensa duas vezes, e pegamos num dos ciclos que podemos implementar: o While ou o FOR.

Estes dois ciclos são muito idênticos, visto que se pode sempre converter um ciclo WHILE, num ciclo FOR, e vice versa. A decisão de utilizar um ou outro, é apenas tomada pela pessoa que os implementa, e tem a ver com a
simplicidade com que depois consegue interpretar um ou outro. Existem situações onde um WHILE aplica-se com mais facilidade, outras em que um FOR arrasa com tudo. =) Ambos serão explicados separadamente.

While!
Quer dizer “Enquanto”. A sua sintaxe é a seguinte:

while(condição)
{
//bloco de código
}

Ou seja, enquanto a condição se verificar, executa determinado código.
Exemplo de um ciclo WHILE:

<?

$numero=1;

while ($numero<=10)
{
echo “Número: $numero <br>”;
$numero++;
}

?>

Este código inicia a variável $numero com o valor 1. Seguidamente entra dentro de um ciclo WHILE, que executa um bloco de código, enquanto a variável $numero for inferior ou igual a 10. No bloco, temos um output que nos vai indicar qual o valor da variável, e logo a seguir, temos o incremento de uma unidade da variável $numero. O resultado da execução do script é a seguinte:

Número: 1
Número: 2
Número: 3
Número: 4
Número: 5
Número: 6
Número: 7
Número: 8
Número: 9
Número: 10

Enquanto a condição tiver o valor VERDADEIRO, o bloco de código do While é executado.

FOR
O ciclo for, tem uma particularidade em relação ao WHILE. Enquanto um While a variável de contagem, e a instrução de incremento, quando existem, são declaradas em pontos diferentes do código, o ciclo FOR junta essas
declarações no mesmo local onde define a condição. Sintaxe de um FOR:

for (declaração de variáveis; condição de execução; incrementos de variáveis)
{
//bloco de código a executar
}

Na primeira zona declaramos as variáveis (normalmente os contadores ou índices); na segunda zona indicamos as condições de execução do ciclo for: enquanto essas condições tiverem o valor VERDADEIRO, o ciclo é realizado; na
3 zona, é onde vamos indicar os incrementos das variáveis/contadores.

Utilizando o exemplo do WHILE, vamos construir um FOR:

<?

for ($numero=1; $numero<=10; $numero++)
{
echo “Número: $numero <br>”;
}

?>

O resultado deste ciclo é exactamente igual ao do WHILE. Neste tipo de ciclo, onde iniciamos uma variável, e incrementamos essa mesma variável para control do ciclo, o FOR tem vantagem na sua implementação.

Exercício 6.1:
Cria um array $meses (usando a função”array()”) com os nomes dos meses do ano.
Utiliza ambos os ciclos While e FOR (separadamente) para escrever os 12 meses.

Exercício 6.2:
Com base no Exercício 3 (p4.txt) usa um ciclo While para escrever os produtos do Ze, e um FOR para escrever os produtos da Maria. Nota: Deves respeitar o código de cores dos produtos de ambos os estafetas.

Nota: Este exercícioé de alguma dificuldade. É possível que requeira de algum tempo e prática, para conseguires implementa-lo correctamente. Se conseguires completar o exercício sem qualquer ajuda.. é porque estas a
dominar bem isto! :)

Resumo:
Utilizamos ciclos sempre que temos linhas de código repetidas. Usar um ciclo WHILE ou FOR depende da situação de implementação, e da forma como achamos ser mais simples a sua compreensão.

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O Switch

Já vimos como podemos usar o IF..else para criar-mos escolhas entre blocos de códigos a executar. E vimos também, como múltiplos IF’s podem ser encadeados, para podermos atingir diversas situações. Um dos exemplos utilizados foi:

If ($dia==”Sábado”) echo “Fico em casa”;
else if ($dia==”Domingo”) echo “Vou passear”;
else echo “É dia da semana, vai trabalhar!!!”;

è um exemplo simples, onde o IF..else resolve bem o problema. Mas, o caso muda de figura, se tivermos de considerar enumeras hipóteses. Utilizar muitos “If..else if.. else if… else” torna-se impraticável, e muito confuso de ser perceber. è nesta altura que entra o Switch. O swich é uma função que valida uma variável do tipo caracter, inteira, real ou string.
Consoante determinada validação (ou opção considerada válida) é-nos permitido executar determinado bloco de código para esse “caso/estado” da variável.
Pegando no exemplo anterior, e utilizando o Switch, temos o seguinte exemplo:

<?

switch($dia)
{
case “Sábado”: echo “Fico em casa”; break;
case “Domingo”: echo “Vou passear”; break;

default: echo “É dia da semana, vai trabalhar!!!”;
}

?>

Vou explicar passo a passo. Primeiro, indicamos à função switch() qual a variável estamos a testar: neste caso a variável $dia. Depois abrimos um bloco de código desta função, onde declaramos os casos ou estados da variável Cada caso é indicado com a sigla “case” seguido do seu valor Os “:” indicam que o código que se segue é pertencente ao caso anteriormente declarado. E no fim de cada case, terminamos o bloco com um “break” para que mais nada seja executado do Switch. Por fim, podemos especificar um caso “default”, para a ocasião de nenhum dos “cases” anteriores, seja o estado pretendido.

Seguindo a lógica do script temos a seguinte interpretação:

1- Indicação de que vamos validar a variável $dia
2- Caso $dia=”Sábado”, escreve “Fico em casa”; Termina o switch;
3- Caso $dia=”Domingo”, escreve “Vou passear”; Termina o switch;
4- Caso default, escreve “É dia da semana, vai trabalhar!!!”;

NOTA: O Default é sempre executado, sempre que nenhum dos “case” anteriormente declarados, seja o estado da variável que estamos a testar.
Uma forma de facilitar múltiplas opções que utilizam o mesmo código, em vez de estar a repetir o código para cada opção comum utilizamos a seguinte implementação do switch:

<?

switch($dia)
{

case “Sábado”:
case “Domingo”: echo “Estamos no Fim de Semana”; break;

default: echo “Estamos num dos dias da semana!”;

}

?>

Assim, caso o $dia seja “Sábado” ou “Domingo”, ambos executarão o mesmo código. Caso $dia seja outro valor qualquer, utiliza a opção default.

Exercício 5:

Dada a variável $mes com um valor entre 1 e 12, constrói 2 switch, onde o primeiro indicara o mês do ano, e o segundo indicará a estação do ano. Ambos os switch devem de ter uma condição “default”: o primeiro deverá dizer “Mes inválido”; e o segundo “Estação invalida”; para um numero inferior a 1 ou superior a 12.

Exemplo1:

$mês=1;

Output do script:
“Mês Janeiro, estação Inverno”;

Exemplo2:

$mês=4;

Output do script:
“Mês Abril, estação Primavera”;

Exemplo3:

$mês=7;

Output do script:
“Mês Julho, estação Verão”;


Resumo:
Podemos utilizar o switch para validar múltiplos estados de uma variável, evitando assim sucessivos If..else. Podemos ainda agrupar diversos casos de uma variável, para que qualquer um desses casos executem o mesmo código. A instrução break, termina a execução do Switch.

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Condição If… else

A condição “if expressão instrução” serve para validar uma condição, e mediante o resultado, executar o código correspondente. Esta condiçãoé utilizada nas mais diversas situações na programação, bem como no nosso dia
a dia. Exemplo:

if “tenho dinheiro” “Vou ao Cinema”

A instrução Else serve para executar um pedaço de código, caso a condição seja Falsa:

if “não está a chover” “vou a praia” else “Fico em casa”

Para delimitar um bloco de instruções em PHP, utilizamos as chavetas. “{”marca o inicio do bloco, e o “}” o fim do mesmo. Utilizamos blocos de instruções para indicar o código que queremos correr, num determinado
momento. Exemplo:

if “for ao hiper-mercado”
{
“Compra pão”;
“Compra bebidas”;
“Compra frutas”;
}
else
{
“Vou ao cinema”;
“Vou ver as montras”;
}

Múltiplos IFs podem ser encadeados. Exemplo:

If “Dia=Sábado” “Fico em casa”;
else if “Dia=Domingo” “Vou passear”;
else “É dia da semana, vai trabalhar!!!”;

Exemplos de expressões para validar as condições:

$a == $b Verdadeiro se $a é igual a $b.
$a != $b Verdadeiro se $a diferente de $b.
$a < $b Verdadeiro se $a menor que $b.
$a > $b Verdadeiro se $a maior que $b.
$a <= $b Verdadeiro se $a menor ou igual a $b.
$a >= $b Verdadeiro se $a maior ou igual a $b.

Podemos ainda utilizar operadores lógicos para optimizar as condições, consoante as nossas necessidades:

$a and $b – And – Verdadeiro se ambos $a e $b forem verdadeiros.
$a or $b – Or – Verdadeiro se $a ou $b forem verdadeiros.
$a xor $b – Or – Verdadeiro se $a ou $b forem verdadeiros, mas não os dois.
! $a – Not – Verdadeiro se $a for falso.
$a && $b – And – Verdadeiro se $a e $b forem verdadeiros.
$a || $b – Or – Verdadeiro se $a ou $b forem verdadeiros.

Exemplo:

if (($dinheiro > 5000) and !($pais_em_casa)) echo “Vou para a Borga!!”;
else {
echo “Tenho de ficar em casa.. <br>”;
echo “Mas vou para a Net!!!”;
}

Traduzindo: Se tivermos mais de 5000$ e se os pais não estiverem em casa, podemos ir para a borga. Senão, temos de ficar em casa, e claro está, ir para a net!

Exercício 4:
Utilizando o exercício 3 (p4.txt), cria uma variável de nome $estafeta e o seu valor vai ser “Ze” ou “Maria”. Dependendo do valor do $estafeta, mostra apenas a lista de compras do Ze, ou da Maria. Testa primeiro com o “Ze” como
estafeta, e depois experimenta com a “Maria”.

Nota: NUNCA ESQUECER que o sinal de comparação é “==” (dois iguais) e que o de atribuição é so “=” (um igual). É frequente as pessoas distraírem-se e colocar apenas um “=” dentro de um if e terem resultados inesperados, porque
quando se faz if ($a=$b) estamos a atribuir a $a o valor de $b, e não a comparar se $a é igual a $b.

Conclusão:
Podemos utilizar condições para decidir que blocos de código queremos executar. Podemos encadear varias condições para refinar diversas soluções.

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As Variaveis

As variáveis são bocados de memória que armazenam informação. Esta informação pode variar ao longo de um script PHP, de modo a servir as nossas necessidades.

Tipos de variáveis mais utilizadas:

Caractere ‘a’, ‘b’, ‘Z’
Inteiro 0, 1, 2
String “PHP É Fixe!”
Real/Flutuante 15.5

Todas as variáveis em PHP começam pelo caracter $ (dolar) seguido de um nome. Esse nome tem de começar _sempre_ por uma letra, e nunca por um numero, ou “_” , embora estes possam estar após o primeiro caracter da
letra do nome.

Nota: todos os caracteres a excepção do “_” não podem ser utilizados como nome de variável.

Exemplos de nomes de variáveis:

$nome
$top10
$valor_do_premio
$valor_do_2_premio

Recomendo que utilizes sempre variáveis S-U-G-E-S-T-I-V-A-S !!! Quero dizer com isto que o nome da variável deve corresponder ao seu conteúdo, e quando se lê o nome da variável, saiba-se do que se esta a falar. Exemplos de
variáveis sugestivas:

$nome
Para o nome de uma pessoa

$idade
Para a idade de uma pessoa

$total_de_peras
Numero total de pêras

Exemplos de variáveis não sugestivas:

$xpto
$bla
$t1
$l

etc..

Para se dar um valor a uma variável., escreve-se o nome da variável., seguido de ‘=’ (o igual é o símbolo de atribuição) seguido do valor pretendido.

Exemplos:

$numero=10; //Atribui à variável $numero o valor 10;
$nick=”[Dragon]“; //Atribui à variável $nick a string “[Dragon]“;
$símbolo=’!'; //Atribui à variável. $símbolo o valor ‘!’;

$soma=$numero+20;
//soma 20 a variável. $numero e guarda o valor em $soma
//$soma passa a ter o valor 30

$soma++; // Igual a $soma=$soma+1; (o inverso se passa com $soma–)
// $soma fica com 31

$soma+=30; // Igual a $soma=$soma+30;
// $soma passa a ter o valor 61

$assinatura=”Vasco Pinheiro aka ” . $nick;
// concatena as duas strings na string $assinarura
// $assinatura passa a ter a string “Vasco Pinheiro aka [Dragon]“

$assinatura.=$Símbolo; //igual a $assinatura=$assinatura . $símbolo;
// $assinatura passa a ter a string “Vasco Pinheiro aka [Dragon]!”

Nota: Quando uma variável.é string, o seu valor é atribuída sempre entre
aspas. Quando uma variável é achar, o seu valor é atribuído sempre entre
plicas.

Vamos ao nosso 2 exemplo:

<html>
<body>
Exemplo de utilização de variáveis: <br><br>

<?
$inteiro=10;
$real=20.0; /* O “.” aqui é usado para separa a parte inteira da decimal.
Não confundir com o “.” de concatenação de strings */

$caracter=’V';
?>

A variável. $inteiro tem o valor <? echo $inteiro ?>. <br>
A variável. $real tem o valor <? echo $real ?>. <br>
O caracter escolhido é o <? echo $caracter ?>. <br>

</body>
</html>

Acedemos a página e temos o seguinte resultado:

Exemplo de utilização de variáveis:

A variável. $inteiro tem o valor 10.
A variável. $real tem o valor 20.0.
O caracter escolhido é o V.

Nota que o primeiro conjunto de instruções PHP não enviam qualquer output para a página, logo no código HTML que vai para o cliente, nem se dá por ele existir!

Exercício 2:

Pega no exemplo em cima e adiciona duas variáveis, $cor1 e $cor2, no sitio onde estão declaradas as variáveis $inteiro, $real e $caracter. Estas variáveis devem ser strings e conter os seguintes valores: “#FF0000″ e
“#0000FF”. Utiliza estas variáveis para mudar a cor de cada linha, devendo a primeira linha aparecer a vermelho, a segunda a azul e a terceira novamente vermelha. Quando o exercício for efectuado com sucesso, alterar os valores
das variáveis $cor1 e $cor2, e vê o resultado.

Resumo:

Podemos declarar variáveis do tipo caracter, inteiro, achar ou real. Estas variáveis podem ser declaradas em qualquer altura do script, estando o seu valor sempre disponível ao longo deste. Pode-se utilizar uma variável
para definir o código de uma cor, e utilizar esta variável na opção”color” da tag <font,> para que quando mudemos o valor da variável., todo o texto seja afectado automaticamente.

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FUNÇAO PHP + HTML

Introdução
Para começares a aprender PHP, tem de perceber primeiro como este se funde com o HTML. Ou seja, se temos uma página em HTML, e pretendemos uma simples funcionalidade desenvolvida em PHP, não precisamos de escrever a
página toda em PHP. Seria totalmente inútil fazer o output de uma página inteira de HTML, só para mostrar as horas, ou a data.

Vamos então perceber como tudo funciona!

<html>
<body>
<!– Exemplo de um output em HTML –>
Olá pessoal! Esta é uma área normal de <b>HTML</b>! <br>
<?
// Exemplo de um simples output em PHP
echo “Esta área já é dentro do <b>PHP</b>.”;
?>
</body>
</html>

Este ficheiro chama-se “exemplo1.php”.

Neste exemplo temos uma página normal com o cabeçalho normal e algumas tags de HTML. Depois temos também a área que contem código PHP. Essa área é delimitada pelas tags <? (inicio) e ?> (fim). Neste exemplo, o código utiliza a função”echo” para enviar o output para a página final, sobe a forma de código HTML. Logo o resultado deste “echo” vai ser:

Esta area já é dentro do PHP.

Em que a palavra PHP é escrita a BOLD.

Nota: TODAS AS INTRUçOS SÃO TERMIDADAS COM O CARACTER ; (ponto e virgula) Este caracter indica ao interpretador quando acaba uma instruçao, e quando ele deve de esperar outra intruçao. A excepção deste caso é quando um bloco
de código PHP só contem uma única instrução, podendo neste caso incluir ou não o ‘;’ .
Assim como existem comentários em HTML delimitados por <!– e –>, em PHP também é possível comentar partes de um código. Para tal, quando se quer comentar uma única linha, utilizamos os caracteres ‘//’ para comentar a
linha que não será processada. Para um bloco de linhas, utilizamos os separadores “/*” no inicio do bloco, e “*/” para fechar o comentário.

Exemplo:

<?
// Uma linha de comentario ..

/*
Um Simples
bloco de
comentario !!!
*/
?>


Exercicio 1:

Utiliza alternadamente a função Echo do PHP e o texto normal em html para efectuar o output das seguintes frases:

Html:
A Primeira linha é <u>normal</u>.<br>

PHP:
A segunda, linha já é escrita pelo <b>PHP</b>.<br>

Html:
Nisto, vem uma <font color=#FF0000>3ª mais complexa</font>…<br>

PHP:
E logo a <font color=#00FF00>seguir</font>, a 4ª <font color=#0000FF>ainda
mais</font> complicada!<br>

Se tudo correr bem, o resultado é o seguinte:

A primeira linha é normal.
(com o “normal” sublinhado)

A segunda linha, já é escrita pelo PHP.
(o “PHP” a bold)

Nisto, vem uma 3ª mais complicada…
(”3ª mais complexa” a vermelho)

E logo a seguir, a 4ª ainda mais complicada!
(”seguir” a verde e “ainda mais” a azul)

Se conseguiste fazer isto, estas no bom caminho! :-)


Resumo:
O PHP pode ser apenas um pedaço de código que fica no meio de tags HTML e é
delimitado pelas tags <? e ?>.

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Introduçao ao PHP

1. O que é o PHP?
O PHP é uma linguagem de Scripting. Tem este nome porque o código PHP é interpretado e não compilado. Isto quer dizer que, ao invés de outras < linguagens como o C, que o seu código é compilado, e depois executado como um programa normal, o PHP necessita sempre de um “parser” para interpretar o seu código.

2. Para que serve?

A função principal do PHP (e a melhor, visto ter sido para esta função que esta linguagem foi implementada) é a de desenvolvimento de conteúdos web. Ou seja, utiliza-se PHP para criar páginas dinâmicas e automáticas.
3. Em que consiste uma página dinâmica?

Entende-se por uma página dinâmica, toda a página que é gerada quando existe um pedido no servidor. Ou seja, a página que chega ao utilizador não existe “escrita” no servidor. Existem sim os conteúdos, que serão depois colocados nos respectivos locais, na página, consoante os pedidos. O melhor exemplo de um site dinâmico, é um motor de pesquisa. É impossível (e impensável) armazenar todas as combinações de páginas que surgem, quando fazemos diversas pesquisas. Quer isto dizer, que as paginas não existem e são “geradas” com informações que estão em bases de dados, quando fazemos um pedido sobre qualquer coisa.
4. Então como funciona o PHP para automatizar uma página?

É muito simples se pensar-mos neste modo: Tudo o que sai do código PHP (output), é HTML. Logo é fundamental ter conhecimentos de HTML para se saber como fazer o que pretendemos. Num simples esquema, podemos ter qualquer
coisa do tipo:

PHP -> Servidor Web -> Interpretador -> HTML -> Utilizador <br><br>

Basta entender este simples esquema e já se começa a perceber a filosofia do PHP!

Já estou a começar a perceber! Quero começar!

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Uma Primeira Pagina

Para criarmos a nossa primeira página em HTML, como já disse no capítulo anterior, basta qualquer simples editor de texto, como o Notepad. Podemos começar por inserir o seguinte:

<HTML>

<HEAD>
<TITLE>A minha primeira página</TITLE>
</HEAD>

<BODY>
</BODY>

</HTML>

Dica:
Devemos criar uma pasta nova no nosso disco para conter a página, e devemos gravar o nosso ficheiro de texto como ‘index.htm’. Porquê? Quando a página está a ser visualizada no nosso disco, é indiferente, mas nos servidores onde são alojadas as páginas na Internet, a página inicial por defeito chama-se index.html ou index.htm.

Que conclusão podemos tirar? O texto que aparece como título da janela é definido pelo ‘tag’ <TITLE>, que surge sempre na área correspondente ao cabeçalho da página (<HEAD>).
Vamos agora fazer a seguinte alteração:<HTML>
<HEAD>
<TITLE>A minha primeira página</TITLE>
</HEAD>
<BODY>
Olá mundo!
</BODY>
</HTML>

Como já disse antes, a área definida pelo ‘tag’ <BODY> é aquela onde reside quase todo o conteúdo visível de uma página. Vamos concentrar-nos nesta área.

Comecemos por acrescentar uma frase:

<BODY>
Olá mundo!

Chamo-me Eduardo.
</BODY>

Convém então esclarecer algo: Em HTML, os espaçamentos e mudanças de linha processam-se de um modo algo diferente. Todo o texto é interpretado continuamente, e na verdade é possível que todo o HTML de uma página esteja numa única linha. Os espaços, tal como neste tutorial, apenas servem para tornar o código mais legível a quem o cria. Vamos introduzir o seguinte ‘tag’:<BODY>
Olá mundo!
<BR>
Chamo-me Eduardo.
</BODY>

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As Bases do HTML

Antes de mais, importa esclarecer que para a criação de uma página em HTML não é necessário nenhum software especial. Se bem que existam programas especializados, o Notepad do Windows ou mesmo o Edit do MS-DOS são mais que suficientes para a criação de uma página.
Como disse no Capítulo I, o HTML consiste em texto formatado por ‘tags’. Embora existam várias dezenas destes ‘tags’, apenas uma pequena parte destes é utilizada normalmente. Há algumas regras básicas que é necessário compreender antes de se começar com a criação de páginas…
Todos os ‘tags’ são inseridos entre o sinal de menor e maior:<tag>
Tirando aqueles que representam a posição de um objecto (a inserção de uma imagem, por exemplo), todos os ‘tags’ de formatação devem ser abertos e fechados (utilizando o caracter ‘/’):

<tag> </tag>

Todos os ‘tags’ obedecem a uma hierarquia, como no seguinte exemplo:
<a> <b> <c> </c> </b> </a>
O primeiro a abrir é o último a fechar, e vice-versa.

<a> <b> <c> </a> </b> </c> É ERRADO.

É indiferente utilizar maiúsculas ou minúsculas nos ‘tags’. Nestes tutoriais irei utilizar maiúsculas apenas por uma questão de leitura.
<tag> é igual a <TAG> e a <Tag>

Todas as páginas em HTML são identificadas pelo ‘tag’ <HTML>, que terá obrigatóriamente que estar no início. Obviamente, qualquer página irá acabar com </HTML>.
<HTML>
.
.
.
</HTML>

Todas as páginas em HTML contêm duas partes: Aquela definida por <HEAD>, e que contém todas as informações do cabeçalho da página; Outra parte definida por <BODY>, contém quase tudo aquilo que iremos ver realmente na nossa página.

<HTML>
<HEAD>
.
.
</HEAD>
<BODY>
.
.
</BODY>
</HTML>

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